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AeC é a melhor empresa de serviços do país

Entrevista com Cássio Azevedo para a revista Época Negócios 360°

Crescimento passado não significa crescimento futuro. E precipitação pode custar caro lá na frente. Ousadia, sim, mas com pés no chão. “Garantir a disponibilidade de caixa é fator crucial para manter o ritmo dos negócios”, afirma Cássio Azevedo, presidente do conselho e fundador AeC, empresa de call center. “Todas as decisões precisam levar em conta a saúde financeira do negocio”.


Com 26 mil funcionários, distribuídos em 16 unidades e uma trajetória acelerada de crescimento, a AeC se viu obrigada a reestruturar os planos de investimentos. Entre 2001 e 2013 a companhia avançou a taxas anuais superiores a 30%. Em 2014, 20%. Em 2015 a empresa sentiu a freada provocada pela crise. “houve desaceleração nos negócios, e avançamos menos”, diz o executivo. O crescimento foi de 18,7%. Em 2016, a crise se agravou e Azevedo projeta apenas 2%  para o ano. 


Nas centrais de relacionamentos desaquecimento no consumo resulta em volume menor de ligações. “somos remunerados pelo numero de chamadas que atendemos ou efetuamos”, afirma Azevedo. A AeC atende cerca de 600 milhões de ligações por ano.  Carteira de clientes é formada por companhias dos setores financeiros, automotivo e de energia, todos afetados pela conjuntura política e econômica. 


Para garantir geração de caixa e manter o bom desempenho financeiro, a solução foi a austeridade nas contas. A AeC reavaliou os investimentos em 2015, uma decisão que acalmou  os ânimos dos acionistas e também dos funcionários. “Não fizemos cortes por conta da crise”, afirma Azevedo. Não houve economia, também, nos investimentos de relacionamento com clientes essenciais para enfrentar rivais com ofertas agressivas. “Nós colocamos como um parceiro capaz de entender a necessidade do cliente e resolver suas questões”, diz. 


A meta é irradiar a eficiência conquistada nos processos internos para contratos. “Muitas vezes, nossas ações reduzem o numero de chamadas, porque nosso cliente passa a agir de forma proativa, evitando a necessidade de contato do consumidor” diz Azevedo. A estratégia, segundo ele, fortalece os laços com as empresas contratantes. 


Em 2016, a AeC aportar recursos em tecnologia, novas praticas e formas de atendimento, já que o consumidor está exigindo diferentes canais para contato . “A digitalização tem transformando o segmento. Precisamos estar á frente do desenvolvimento tecnológico” diz Azevedo. Segundo ele, a situação financeira da empresa é confortável e permitirá a continuidade do plano. “Nosso grau de endividamento é baixo em relação a nossa capacidade de gerar receita”. Alem disso a AeC está bem posicionada como marca de figura entre os três maiores provedores de serviço de relacionamento e está voltada essencialmente ao mercado brasileiro. “Não disputamos verbas com unidades em outros países. Se tivermos de investir será aqui.” conclui Cássio Azevedo.

 

**Texto extraído da revista Época Negócios 360° -2016