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Inteligência Artificial (e artística)

Sistemas de IA já compõem músicas e escrevem roteiros

Dizem que o talento humano é insubstituível. E que por mais que os computadores evoluam e seus sistemas de Inteligência Artificial sejam desenvolvidos em níveis jamais imaginados, eles jamais chegarão ao nível dos homens de, por exemplo, refletir e criar.

Porém, dois experimentos realizados recentemente por duas gigantes da tecnologia mostraram que até algo considerado mágico por muitos pode estar com os dias contados – a criação artística.

A primeira iniciativa partiu da Sony, por meio do braço Flow Machines de seu Computer Science Laboratory – CSL. Pesquisando formas de atuação entre música e Inteligência Artificial desde 1997, o grupo desenvolveu um algoritmo e alimentou seu banco de dados com mais de 13 mil partituras dos mais variados estilos musicais. Assim feito, dois desafios foram dados para o sistema.

Compor uma música no estilo dos Beatles e outra no estilo do jazz clássico de gente como Duke Ellington e Cole Porter. O resultado – uma partitura com melodia e harmonia – foi entregue ao músico francês Benoît Carré para arranjo e produção.

E os resultados foram esses.

E aí, curtiu?

Por sua vez, a toda poderosa 20th Century Fox fez um desafio ao super computador Watson da IBM: criar o trailer de um de seus lançamentos em 2016 – o longa de terror Morgan, cujo história gira em torno de... Inteligência Artificial.

O Watson assim foi alimentado com toneladas de filmes de suspense e terror, analisando as partes que causavam mais impacto nos espectadores. Depois, “assistiu” a Morgan para selecionar cenas e trechos para montar o trailer.

O resultado você confere dando play no vídeo abaixo.