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Computadores que se vestem em campo

O impacto da computação vestível nos esportes, um mercado bilionário

 
 
Foto: Divulgação

 
 
 
 
Smartwatches, pulseiras de monitoramentos, capacetes e óculos equipados com sensores, bolas de futebol dotadas de câmeras e outros apetrechos tecnológicos. A computação vestível chegou para ficar no mundo dos esportes. Segundo um estudo recente feito pelo instituto de pesquisa Juniper Research, até 2018 o mercado de dispositivos portáteis para uso esportivo vai alcançar a marca de 19 bilhões de dólares.
 
Enquanto consumidores comuns têm apps e smartwatches para monitorar seu desempenho e seus sinais vitais, organizações esportivas profissionais têm ido muito mais longe e investido pesado na computação vestível.
 
Esses computadores que podem ser vestidos estão incorporados em praticamente todos os equipamentos esportivos para monitorar não apenas o desempenho, mas também cuidar da sua segurança.
 
Estamos falando, por exemplo, de sensores nos capacetes de jogadores de futebol americano para evitar lesões graves. Equipamentos como esses podem detectar impactos quando eles acontecem e avisar aos responsáveis que um atleta precisa ser ser removido do campo para evitar novas lesões.
Na principal liga de basebal americana, camisas smart vêm sendo testadas para medir o nível de técnica e eficiência de rebatedores.
 
Empresas como a Catapult Sports, fabricante de sensores vestíveis, fornece soluções de ponta a ponta para centenas de times profissionais ao redor do mundo para que eles possam analisar e processar dados dos variados dos seus atletas.
 
Ainda que o setor esteja na sua infância, ele está crescendo rapidamente. E a tendência é, obviamente, a tecnologia se torne quando vez mais eficiente e praticamente imperceptível para o usuário – tanto quanto uma leve camiseta de malha.