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No fundo, no fundo...

Conheça o mais-que-radical, perigoso e meditativo mergulho livre

 
Foto: Divulgação
 

 
O ser humano não resiste a um desafio. Sempre que ele consegue dificultar alguma coisa, ele vai lá e faz. E, na maioria das vezes, a transforma em esporte. É o caso do mergulho livre, uma variação do mergulho “tradicional”, mas que abre mão dos cilindros de ar comprimido. Ou seja, o mergulhador vale-se apenas do ar que guarda em seus pulmões, utilizando, para isso, técnicas de apneia.
 
Os praticantes do esporte utilizam três equipamentos apenas: as nadadeiras, a máscara e o snorkel (aquele tubinho para respirar embaixo d'água – o mergulho livre é também conhecido como snorkeling). E assim devidamente paramentados, os mergulhadores desbravam as profundezas de rios, lagos e mares vislumbrando maravilhosas paisagens aquáticas e expandindo os limites de seus corpos e mentes.
 
Os objetivos do mergulho livre são ficar o maior tempo embaixo da água ou descer o máximo possível. Os recordes da categoria impressionam. O dinamarquês Stig Severinsen conseguiu a proeza de ficar nada mais nada menos que 22 minutos embaixo d'água sem nenhum tipo de ajuda. Já o belga Patrick Musimu atingiu 209,6 metros de profundidade só com o ar de seus pulmões.
 
O Brasil é considerado um dos países com maior potencial para o esporte, devido a suas incríveis extensão continental e biodiversidade. Sua costa marítima, especificamente no Nordeste, conta com águas quentes e calmas que favorecem muito a prática do mergulho livre, fornecendo ainda visuais de cair o queixo. Já para a prática em rios, o município de Bonito, no Mato Grosso do Sul, é considerado o local mais adequado, devido a suas águas cristalinas e imensa riqueza de flora e fauna aquáticas.