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Com tecnologia de ponta, as motos estão virando supermotos

 
Foto: Divulgação
 
 
Assim como acontece no mundo automobilístico, onde mudanças tecnológicas são testadas na Fórmula 1 para depois, caso vinguem, serem trazidas para o mercado comum, o universo do motociclismo passa por situação semelhante. Porém, em vez de isso acontecer no badaladíssimo MotoGP, é no World Superbike Racing que as maiores transformações encontraram palco. Ou melhor, pista.
 
Três fatores tem sido determinantes para que isso aconteça: Big Data, a evolução constante dos pneus e um namoro equilibrado com a eletrônica.
 
Da temperatura do óleo à pressão do freio, praticamente todos os aspectos das motos participantes são analisados a cada edição do World Superbike Racing. Depois, todos esses dados são devidamente estudados por engenheiros de empresas como Ducati e Kawasaki para a implementação de melhorias.
 
No quesito pneus, a responsabilidade fica a cargo de uma só empresa, a Pirelli. Fornecedora de todas equipes do WSR, a fabricante italiana desenvolve vários tipos (só em 2014 foram 10) para atender às necessidades das equipes, que muitas vezes divergem entre si.
 
Por último, o relacionamento do motociclismo com a eletrônica vem se intensificando nos últimos anos, em uma relação que visa buscar o equilíbrio perfeito, para não deixar as motos ficarem “automáticas demais”, deixando sempre um espaço reservado para o fator humano.