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O impacto do “like” no varejo

Pesquisa indica que redes sociais estão transformando o setor

Foto: Divulgação


As redes sociais estão presentes no cotidiano das pessoas. A comunicação por esses canais virou tão normal quanto usar o telefone ou assistir à televisão. Isso mudou o jeito como as pessoas se relacionam com amigos e familiares, com a informação e a política, além de um monte de outras coisas. E, é claro, isso impacta o jeito que o usuário faz suas compras.
 
De acordo com o estudo da pesquisa Total Retail 2015, feita pela empresa multinacional de auditoria e consultoria PriceWaterhouseCooper, 77% dos brasileiros que responderam à pesquisa disseram que as interações nas redes sociais os levaram a comprar mais. Um nível bem acima do percentual global.
 
A pesquisa da PWC vai mais além e revela dados bem interessantes sobre as redes sociais e sua influência no varejo. Como, por exemplo, o dado de que 43% dos brasileiros descobriram marcas que não conheciam ou sobre as quais desenvolveram interesse nas redes sociais.
 
Levando em consideração o crescente engajamento do consumidor com os varejistas por meio das mídias sociais, fica bem claro qual é o caminho para players do setor prosperarem em um ambiente muito competitivo: a inovação nas redes sociais.
 
A pesquisa da PWC confirma que, quando o assunto é compras, o Facebook é a rede social principal da maioria dos usuários abordados. Quase 80% dos brasileiros e mais da metade da amostra global (52%) usam regularmente a rede.
 
O estudo ainda conclui que se pode cogitar dois possíveis modelos de futuro para as redes sociais. O primeiro é de conexão massiva em rede da China que poderia ajudar a criar fenômenos como o Singles's Day, criado pelo site Alibaba para celebrar a solteirice e promover vendas astronômicas (foram mais de 9 bilhões de dólares em  vendas em 2014). Outro modelo provável é o europeu mais clássico, que vai além do networking techie para estimular uma maneira mais tradicional ou descontraída de compra.