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Menos açúcar refinado, mais inteligência

Estudos apontam relação entre o consumo de um e a diminuição da outra

Foto: Divulgação

O consumo excessivo de açúcar é um dos grandes vilões de nossa saúde. Dizer  isso hoje em dia equivale a afirmar que o céu é azul e o oceano é vasto e profundo. Afinal, da obesidade ao envelhecimento prematuro, passando pela diabetes aos mais variados problemas dentários, a lista de malefícios do açúcar é enorme.

Agora, pesquisas têm focado na relação entre o consumo de açúcar refinado e seus respectivos efeitos no cérebro. E os resultados, caro leitor, não tem sido nada animadores.

O açúcar refinado está presente em diversos alimentos de nosso dia a dia. Doces, refrigerantes, sucos, iogurtes, massas, pães brancos, entre outros, contam com grandes quantidades dessa substância que, segundo pesquisas, consegue ser mais viciante que drogas como a cocaína.

Estudos têm indicado que, ingerido em grandes quantidades, o açúcar refinado pode nos fazer tomar decisões precipitadas, nos deixar mais irritados e... estúpidos, ao sabotar nossas memórias e maneiras de aprendizado.

Ruim, né? Péssimo.

Por outro lado, evitar ao máximo seu consumo favorece nossa concentração, nossa capacidade de foco e aumenta a qualidade do sono. Requisitos básicos para uma mente inteligente. E isso que qualquer corte de açúcar contribui para perdermos peso.