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Três conselhos de Steve Jobs para reuniões perfeitas

Sem apresentações formais, com pouca gente e responsabilidades delegadas

Foto: Divulgação

A cada 11 milhões de reuniões que são realizadas em empresas nos Estados Unidos, aproximadamente um terço é improdutivo. Isso tem um custo e ele é alto: cerca de R$ 37 bilhões, que são perdidos todos os anos devido a reuniões pouco produtivas. Essa é uma estimativa do site norte-americano Business Insider.

O fundador da Apple Steve Jobs sabia como garantir que suas empresas não tivessem este problema. Suas reuniões eram famosas pela produtividade e exigência. Quer aplicar a técnica na sua empresa? Veja as três principais características:

1.    Poucas pessoas participavam

Jobs sempre chamava poucas pessoas para participar. Para ele, muitas mentes em um só espaço atrapalhavam a simplicidade, um de seus lemas. No livro "Insanely Simple" o colaborador do fundador da Apple, Ken Segall, conta uma história em que ele chegou a mandar uma pessoa se retirar da sala porque acreditava que ela não precisava estar ali.

Quando o presidente dos EUA, Barack Obama, convidou-o para uma reunião entre os empreendedores mais importantes da área da tecnologia, ele recusou. Jobs achou que eram convidados demais.

2.    Ele delegava cada tarefa a uma pessoa específica

Já percebeu que quando todos são responsáveis por uma mesma tarefa, ninguém a faz de fato? Pois é, Steve Jobs sabia e, por isso, delegava responsabilidades específicas a cada pessoa que participaria da reunião. Dentro da corporação há um nome para isso: DRI, directly responsible individual. Ou em português “indivíduo diretamente responsável”.  Quando o funcionário sabe que determinada ação é sua “cria”, ele vai se esforçar mais para garantir que tudo corra perfeitamente.

3.    Sem Power Point

Walter Isaacson, biógrafo de Jobs, afirmou em seu livro que ele odiava apresentações formais, mas adorava reuniões presenciais informais. Toda quarta-feira à tarde ele se reunia com as equipes de marketing e publicidade. Apresentações eram proibidas porque o empresário queria fazer todos pensarem e debaterem criticamente sem se apoiar na tecnologia. Para ele, pessoas que sabem do que estão falando não precisam de Power Point.