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Plataformas viabilizam investimentos colaborativos para empresas nascentes

Fotos: Divulgação

 

Antigamente – leia-se: até pouquíssimo tempo atrás – você tinha uma ideia genial para uma empresa e, sem o dinheiro necessário para levantá-la, precisava ir atrás de um investidor para ajudar você a tirá-la do papel.

E aí, depois de bater em muitas portas e ouvir muitos nãos, você se dava conta de que a parte mais fácil de todas havia sido justamente ter tido a tal da ideia genial.

Normal: ideias (geniais ou não) costumam chover na mesa de investidores todos os dias e, infelizmente, não há dinheiro no mundo para viabilizar todas elas. Por isso, cada investidor acaba tendo seus próprios critérios e estes podem, ou não, coincidir com o seu projeto. 

Porém, o mundo gira, as pessoas pensam mais um pouco e... novas ideias acabam aparecendo. A ideia da vez atende pelo nome equity crowdfunding, que em português acabou se tornando “investimento colaborativo”.

O investimento colaborativo funciona assim: com quantias bem menores que as usualmente dispendidas, qualquer pessoa pode investir em uma empresa nascente. Em contrapartida, ela recebe uma participação acionária ou um título de dívida, que pode ser convertida em ações no futuro.

Não é a mesma coisa que o cada-vez-mais-popular crowdfunding. Neste, as pessoas que colaboram com algum projeto recebem benefícios exclusivos quando a meta é atingida. No investimento colaborativo, você acaba virando sócio do projeto.

Evidentemente, a moda já chegou ao Brasil. Nas startups Broota e Start Me Up existem vários projetos captando recursos a partir de R$100.