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Do virtual para o real

Amazon inaugura sua primeira loja física

Fotos: Divulgação

 

Na primeira semana de novembro, a maior varejista online do planeta, a norte-americana Amazon, surpreendeu o mundo ao inaugurar a primeira loja física de sua história.

Aberta ao público dentro da University Village, em Seattle, cidade em que foi fundada e está sediada a companhia, a Amazon Books, como o próprio nome sugere, é focada em livros, remetendo ao início da empresa criada por Jeff Bezos há 20 anos. 

A loja conta com cerca de 6.000 títulos, entre os mais vendidos e bem-avaliados do site. Seus preços também são iguais ao de sua “irmã virtual”, razão pela qual seus livros não contam com etiquetas: para saber quanto custa um produto, é preciso passá-lo em um scanner ou em um aplicativo, para que seja aplicado o mesmo valor utilizado no site.

 

 

Além disso, assim como na loja virtual, os livros possuem cartões com resenhas e avaliações feitas por outros leitores. Claro: livros digitais também estarão à venda, assim como outros produtos da Amazon, como os alto-falantes inteligentes Echo e sua linha de e-readers Kindle.

É cedo ainda para saber se a iniciativa dará certo ou não. Se, assim como na sua  versão virtual, a loja se expandirá e oferecerá outros tipos de produtos. A resposta para essas e outras perguntas só o futuro irá trazer. 

Mas uma coisa a Amazon, que não é nada boba, parece já estar aprendendo. Por mais que ela invista em entregas expressas ou fretes gratuitos, nada substitui o poder da gratificação instantânea: comprou-levou. E não: comprou-esperou-levou. 

Sacou?